Benefícios tributários relativos | Construção Mercado

Construção

Editorial

Benefícios tributários relativos

Bruno Loturco
Edição 163 - Fevereiro/2015
 

[A Receita estabelece regras que beneficiam ou prejudicam as empresas conforme variam receitas, organização jurídica, quantidade de funcionários, compra ou não de materiais para uso em canteiro, entre outros aspectos]

Por todo o País, as perspectivas dos empresários do setor da construção para 2015 não são das mais animadoras. Na região Nordeste, por exemplo, representada nessa edição de Construção Mercado pelas cidades de São Luís, Fortaleza e Natal, a expectativa é de um ano praticamente sem lançamentos - residenciais, comerciais ou hoteleiros - e voltado à desova de estoques decorrentes do boom imobiliário dos anos anteriores. Num cenário de acentuada desaceleração como o que se apresenta, as margens tendem a atrofiar ainda mais, exigindo intenso trabalho de gestão por parte do empresariado para evitar prejuízos. É imperativo, portanto, que um dos focos do planejamento volte-se aos tributos pagos pelas empresas, pautados por regras e alíquotas que mudam bastante e são de difícil entendimento. Com diversas novidades no campo da tributação, a Receita estabelece regras que beneficiam ou prejudicam as empresas do setor conforme variam suas receitas, sua organização jurídica, a quantidade de funcionários registrados, a compra ou não de materiais para uso em canteiro, entre outros aspectos. Por tudo isso, nem sempre uma modalidade de enquadramento jurídico é benéfica para todas as empresas de forma irrestrita.

É justamente sobre esse tema que trata nossa reportagem de capa. Entrevistamos consultores e advogados especializados em tributação para explicar quais são as regras e como elas incidem sobre a realidade de cada empresa. Além disso, apresentamos diversas simulações que mostram os resultados que seriam obtidos caso a mesma empresa fosse enquadrada em diferentes modalidades tributárias.
Boa leitura!

Bruno Loturco
editor

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