Estudo revela as 200 melhores cidades para investir em imóveis | Construção Mercado

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Estudo revela as 200 melhores cidades para investir em imóveis

Edição 164 - Março/2015
FILIPE FRAZAO/SHUTTERSTOCK

São Bernardo do Campo, no Estado de São Paulo, é a cidade com mercado imobiliário mais atrativo do Brasil. A conclusão é de um estudo da consultoria Prospecta Inteligência Imobiliária que indica as 200 melhores cidades com menos de 1 milhão de habitantes para investir em imóveis no País. Na segunda posição do ranking está Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul, e em terceiro lugar, Santo André, também em São Paulo.

Foram analisadas 94% das cidades brasileiras, e para mostrar quais delas possuem maior potencial, a consultoria desenvolveu um indicador (chamado P2i - Lead) que analisa a atratividade dos municípios a partir do cruzamento de uma série de variáveis, entendendo e mapeando o mercado imobiliário pela ótica da demanda.

O indicador também mostra o potencial da cidade para investimentos em imóveis de alto, médio e baixo padrão. Para cada um dos padrões é atribuída uma classificação, que vai de péssimo a ótimo. São Bernardo do Campo, por exemplo, foi indicada com ótimo potencial para os três padrões de imóveis. As cidades que aparecem nas 100 primeiras posições atingiram uma nota alta no índice a partir do preenchimento de quesitos como: alta renda per capita, alto número de pessoas economicamente ativas, déficit imobiliário considerado atrativo, nível de instrução elevado, alta capacidade de endividamento, entre outros.

Entre as conclusões do estudo, a consultoria afirma que "as localidades mais aquecidas normalmente são os mesmos alvos dos investidores e com tantos players olhando para o mesmo lugar, é natural que as oportunidades diminuam na localidade com o tempo".

CompraCon de São Paulo encerra suas atividades

A Associação de Compras da Construção Civil no Estado de São Paulo (CompraCon-SP), presidida por Alexandre Luís de Oliveira, anunciou o encerramento das atividades junto às empresas associadas. O Conselho Deliberativo da CompraCon-SP era formado pelo vice-presidente Fernando Rossi Fernandes e os conselheiros Carlos Barbara, Eduardo Ferri Sobrosa e Maristela Alves Lima Honda.

Em nota, a entidade informou que teve seu papel cumprido e que está "certa de que participou ativamente da mudança de cenário positivo empregado pelo esforço associativo de suas empresas associadas na viabilização de novos e promissores negócios para o setor".

Auditoria aponta irregularidades no MCMV em SP

Problemas envolvem entrega de imóveis a não cadastrados e pagamentos indevidos de bolsa-aluguel

MARCELO SANDAROLI

Um relatório da Controladoria-Geral do Município (CGM) de São Paulo constatou irregularidades na administração municipal do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). As falhas dizem respeito à entrega de imóveis para pessoas que não estavam cadastradas, e a pagamentos de aluguel social para beneficiários que já tinham recebido suas casas. Ambas ocorreram tanto na gestão anterior, de Gilberto Kassab, quanto na atual, de Fernando Haddad, segundo informações do jornal O Estado de S. Paulo.

O documento foi entregue à Secretária Adjunta de Habitação (Sehab) da gestão de Kassab, Elisabete França, que negou em nota ter cometido qualquer irregularidade na indicação de beneficiários para unidades habitacionais do programa.

O prefeito Fernando Haddad ressaltou que a investigação partiu de um órgão municipal criado em sua gestão e que a auditoria foi feita a pedido do atual secretário municipal de Habitação, José Floriano de Azevedo Marques Neto.

O relatório da CGM aponta que pelo menos 48 unidades (de um total de 90) entregues a pessoas que deveriam vir de moradias em áreas de risco foram repassadas a beneficiários que não estavam cadastrados.

Projetos financiados com recursos do FGTS deverão ser sustentáveis

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou a Política Socioambiental do FGTS, que regulamenta a autorização de financiamentos com recursos do fundo apenas a projetos que sigam princípios de prevenção e mitigação de impactos ambientais, uso responsável dos recursos naturais, além da proteção aos direitos dos trabalhadores e direitos humanos e da proteção ao patrimônio histórico, cultural, artístico, paisagístico e arqueológico.

A nova Política foi definida pela Resolução no 761, de 9/12/2014, que também prevê a adoção de ações que garantam a utilização de madeira de reflorestamento e a criação de espaços com áreas verdes nos empreendimentos imobiliários financiados pelo fundo. O Ministério das Cidades e a Caixa Econômica Federal terão seis meses para regulamentar a política e colocá-la em prática em todas as operações de financiamento realizadas com recursos do FGTS.

Veja o ranking completo das 200 melhores cidades com menos de 1 milhão de habitantes para investir em imóveis no País

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