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Além de comprar produtos normatizados e verificar condições de entrega dos tubos e conexões para gás, construtora precisa realizar testes de estanqueidade no sistema antes da entrega do empreendimento

Aline Mariane
Edição 164 - Março/2015

JORGE CHAGURI
Aos tubos e conexões para gás em cobre, aço ou polietileno juntaram-se, nos últimos anos, os multicamadas, compostos por polietileno ou polietileno reticulado e alumínio. Entretanto, estes ainda não contam com normatização brasileira

Tubos e conexões para gás podem ser compostos por materiais como polietileno; cobre rígido ou flexível; aço; aço revestido com polietileno; e multicamadas (polietileno-alumínio-polietileno ou polietileno reticulado-alumínio-polietileno reticulado). Dentre eles, o tubo de polietileno é o único que só pode ser instalado enterrado e fora da área de projeção das edificações. Ambientes internos exigem o uso de cobre ou aço, conforme explica Jorge Chaguri, diretor da Chaguri Consultoria.

Sendo assim, o principal cuidado que a construtora deve ter após contar com o projeto - e a especificação de materiais -, é exigir dos fornecedores, mediante apresentação de laudos técnicos ou relatórios, a observância às normas regidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). 'É importante que o engenheiro verifique os ensaios de atendimento às normas vigentes, especificações de projeto (material), bitolas e quantitativos', orienta Bruno Siqueira Freire, gerente de suprimentos da Construtora Tarjab.

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