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Conjuntura econômica e desafios da renovação urbana retardam desenvolvimento imobiliário no Porto Maravilha

Quatro anos após leilão de Cepacs, OUC na área portuária do Rio de Janeiro passa por transformações de infraestrutura, mas novos projetos ainda não deslancharam

Por Gustavo Coltri
Edição 167 - Junho/2015

DIVULGAÇÃO: PORTO NOVO
Vista aérea das obras da Via Expressa e da Via Binário, já concluída

A operação urbana consorciada Porto Maravilha (OUC), criada em 2009 no Rio de Janeiro, deixou de ser uma promessa, mas tem um longo caminho a percorrer. Uma sofisticada arquitetura financeira foi montada para garantir os investimentos em infraestrutura e incentivar o desenvolvimento imobiliário. No entanto, os lançamentos não ficaram imunes aos dissabores da economia, à crise da Petrobras, ao excesso de estoques e à carente estrutura de serviços da região portuária. Muitos projetos estão em gestação, e outros esperam melhores dias.

Em junho de 2011, os 6,4 milhões de Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) emitidos para a OUC foram arrematados por R$ 3,5 bilhões pelo Fundo de Investimento Imobiliário Porto Maravilha (FIIPM), do FGTS. No negócio, o FIIPM se comprometeu a arcar com R$ 8 bilhões em obras e serviços públicos nos 15 anos seguintes na região, de 5 milhões de metros quadrados. Em contrapartida, foram repassados a ele terrenos com potencial de verticalização - a área total passível de incremento na OUC é de 1,2 milhão de metros quadrados. O Fundo passou a controlar sete importantes espaços e já negociou a metade, segundo a Caixa Econômica Federal.

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