Em São Paulo, setor aguarda revisão de preços de Cepacs na operação urbana consorciada Água Branca. Faria Lima pode ter novas emissões de títulos e Água Espraiada espera obras | Construção Mercado

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Em São Paulo, setor aguarda revisão de preços de Cepacs na operação urbana consorciada Água Branca. Faria Lima pode ter novas emissões de títulos e Água Espraiada espera obras

Por Evelyn Oliveira e Bruno Loturco
Edição 167 - Junho/2015

FOTO: GUSTAVO COLTRI
No entorno do Memorial da América Latina e de linhas férreas, projetos começam a mudar aspecto industrial da região da OUC Água Branca

Caçula entre as operações urbanas consorciadas (OUCs) de São Paulo, a Água Branca foi criada pela lei 11.774/2013 e ainda não decolou. Seu primeiro leilão de Cepacs, realizado em 12 de março de forma tímida, rendeu à prefeitura apenas R$ 9,288 milhões. Mas o mercado, conhecedor dos potenciais da região - que abrange Água Branca, Barra Funda e Perdizes, na zona Oeste - se antecipou ao instrumento urbanístico e fez de vias como a Avenida Marquês de São Vicente um novo polo imobiliário misto.

Em dois anos, 650 mil Cepacs destinados a residências (Cepacs-R) e 100 mil comerciais (Cepacs-nR) devem ser comercializados, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (SMDU), mas o potencial é ainda maior. O decreto 55.392/2014, que regulamentou a 11.774/2013, determina que o Poder Executivo poderá emitir até 1,6 milhão de Cepacs-R e até 585 mil Cepacs-nR no perímetro da operação.

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