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Construtora deve avaliar histórico de produção de pré-fabricados de concreto

Por Aline Mariane
Edição 167 - Junho/2015
DIVULGAÇÃO: PRECON
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Para realizar as obras do residencial Parque Ecoville, em Curitiba, a construtora e incorporadora Gafisa decidiu adotar o sistema pré-fabricado na estrutura da periferia. O empreendimento, com obras iniciadas em 2011 e finalizadas em 2014, utilizou um sistema misto: parte da estrutura da periferia foi moldada in loco; outra foi pré-fabricada. A primeira opção da empresa seria realizar toda essa estrutura de concreto moldada in loco, o que, pelo cronograma de obras, levaria 13 meses. A segunda, que foi escolhida, levaria menos da metade do tempo - seis meses.

'Por termos uma incidência de um impulso de terra em um determinado trecho, e o pré-fabricado não conseguir absorver esses esforços horizontais em sua totalidade, tivemos que partir para uma solução mista. Parte em concreto moldado in loco, para poder resistir aos esforços horizontais, e parte em pré-fabricado', explica Ewerton Bonetti, diretor técnico da Gafisa. A empresa já tinha conhecimento de alguns possíveis fornecedores parceiros quando decidiu adotar o sistema industrializado no empreendimento, um residencial de padrão médio alto, com seis torres e aproximadamente 120.000 m² de área construída.

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