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Medidas adotadas pelo governo federal injetam mais de R$ 30 bilhões ao funding do crédito imobiliário

Pacote ajuda, mas não resolve problema nos próximos anos, segundo empresários

Por Rodrigo Petry
Edição 168 - Julho/2015
 

HIN255/SHUTTERSTOCK

O Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) anunciaram, no fim de maio, um conjunto de iniciativas que vão adicionar aproximadamente R$ 31 bilhões ao funding do financiamento habitacional. As medidas amenizam no curto prazo o rombo causado pelos saques na caderneta de poupança, principal fonte de recursos para o crédito imobiliário, mas não dissipam por completo as preocupações para os próximos anos.

'Esperávamos que os recursos da poupança garantissem crédito pelo menos até o final de 2016, mas a economia se deteriorou de tal forma este ano que as pessoas começaram a sacar os recursos para complementar a renda, ou colocaram o dinheiro em outras aplicações, mais rentáveis, esvaziando as cadernetas', diz o economista- chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci. Segundo ele, sem essas medidas o setor poderia ficar sem recursos já a partir deste semestre. 'Se não tivessem ocorrido, entraríamos no sufoco', complementa.

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