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Minha Casa Minha Vida 3 será lançado em 10 de setembro

Edição 170 - Setembro/2015

SindusCon-SP projeta queda de 7% no PIB da construção brasileira em 2015
Entidade reavaliou projeção diante do cenário ruim da economia

MARCELO SCANDAROLI

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) revisou para baixo sua estimativa para desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) nacional do setor da construção. A projeção, que era de queda de 5,5% em 2015, passou agora para queda de 7,0% no ano. De acordo com a entidade, a mudança acompanha a piora na projeção do PIB nacional, que era de recuo de 1,5% e foi revista para recuo de 2%, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

A piora do ambiente macroeconômico, principalmente de indicadores como juros, inflação, emprego e câmbio, foram os principais motivos para a deterioração das expectativas. Além disso, o poder público cortou investimentos e reduziu o ritmo de suas obras, enquanto empresários e a população em geral têm adiado os investimentos e decisões de longo prazo. Ao mesmo tempo, o baixo nível de vendas e lançamentos no segmento de edificações tem se somado à vagarosidade das obras de infraestrutura, com efeitos negativos sobre a rentabilidade das empresas. A queda no faturamento real do varejo de materiais sugere que os gastos com reforma e autoconstrução também estão em ritmo lento.

Reflexo no emprego
O total de pessoas empregadas na construção civil recuou 8,8% no primeiro semestre de 2015 em relação ao mesmo período do ano passado. Nos primeiros seis meses deste ano foram cortados 157,2 mil empregos na construção brasileira, enquanto, nos últimos 12 meses, houve eliminação de 383,8 mil postos de trabalho. Os dados são da pesquisa de emprego realizada pelo SindusCon-SP em parceria com a FGV, com base nos dados do Ministério do Trabalho.

O sindicato estima que a indústria da construção encerrará 2015 com um corte aproximado de 480 mil empregos. Somados aos 270 mil empregos encerrados pela construção em 2014, o setor terá perdido 750 mil trabalhadores com carteira assinada no biênio.

 

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