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Graute e argamassa polimérica são alternativas para recuperação de lajes e outras estruturas de concreto

Produtos são usados em locais com falhas de concretagem ou deteriorados ao longo do tempo

Aline Mariane
Edição 170 - Setembro/2015
 

Para corrigir problemas nas estruturas, tais como falhas na concretagem, fissuras, trincas e corrosões, duas alternativas amplamente empregadas são o graute e a argamassa polimérica.

O graute é um tipo de argamassa com consistência fluida, capaz de se expandir e alcançar resistência elevada. Devido a essas características, é bastante utilizado no preenchimento de vazios em estruturas logo após o processo de concretagem ou nos casos de deterioração da peça ao longo do tempo.

'Normalmente, se uma peça não ficou bem concretada no canteiro, a construtora tem que fazer o preenchimento do local em que ficaram vazios por problemas de falta de vibração adequada e de mau adensamento', explica Nilton Nazar, docente de Engenharia Civil do Instituto Mauá de Tecnologia.

Na Consciente Construtora e Incorporadora, com sede em Goiânia, o grauteamento é uma saída para eventuais reparos de peças, conforme explica Leonardo Menezes, gerente de engenharia. 'Usamos em regiões em que o engenheiro não consegue o adensamento perfeito. Na hora da desenforma, ele identifica isso', conta Menezes, ponderando que essa é uma situação pouco frequente na construtora.

Já em casos de recuperação superficial da laje, é utilizada a argamassa polimérica, um produto composto por cimento, agregados minerais inertes, polímeros acrílicos e aditivos. A argamassa polimérica também possui fluidez alta. No entanto, não é indicada para preenchimento de vazios, pois não apresenta a mesma resistência que o graute. Seu uso é recomendado, por exemplo, para cobrir algumas armaduras de aço, por exemplo, a fim de evitar corrosões.

'Se a construtora não quiser fazer o preenchimento, e a espessura a ser recuperada for muito fina, existe a argamassa polimérica, que funciona para espessuras menores', explica Nazar.

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