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No Norte do Brasil, Manaus e Belém vivem realidades diferentes no mercado imobiliário

Nas duas metrópoles mais populosas da região, há poucos lançamentos. Em Manaus, a demanda está reprimida. Em Belém, o medo da crise e do desemprego foi o responsável pela redução da oferta de imóveis

Katia Cardoso
Edição 193 - Agosto/2017
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Na contramão de todas as tendências que apontam para a retração do mercado imobiliário, Manaus vive uma realidade diferente do restante do país. Lá, a demanda por lançamentos existe, mas está reprimida, segundo estudo realizado pela consultoria Brain - Bureau de Inteligência Corporativa, que dá assessoria em real estate, e tem sede em Curitiba, no Paraná.

Embora o mercado não esteja tão aquecido como no primeiro trimestre de 2016, quando foram comercializados 644 imóveis, o período de janeiro a março deste ano já registrou a venda de 363 unidades - 116 a mais do que nos três últimos meses do ano passado. Portanto, houve uma ligeira reação - que é notada também quando são analisados os valores em reais ou, como se diz no jargão do mercado, o valor geral de venda (VGV).

As unidades vendidas no primeiro trimestre deste ano geraram algo em torno de R$ 128 milhões - ante R$ 222 milhões alcançados no primeiro trimestre de 2016 (foi o melhor resultado em um ano). Os números são muito bons, principalmente se comparados à renda obtida com as vendas no último trimestre de 2016, que não ultrapassou R$ 86 milhões.

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