Sistemas de cobertura | Construção Mercado

Debates Técnicos

Telhado

Sistemas de cobertura

Não importa se a telha é metálica ou de fibrocimento. Na hora de executar é preciso ter o projeto à mão e obedecer à risca suas especificações, lembrando que qualquer mudança, inclusive para baratear custos, pode sair mais cara com o tempo

Gustavo Curcio e Lidice-Bá
Edição 193 - Agosto/2017
DIVULGAÇÃO/MSPLAN

Executar um sistema de cobertura sem projeto é quase como dar um tiro no pé. Mas ainda acontece - e muito - no Brasil, especialmente quando o cliente é o consumidor final. 'No meu caso, quando o cliente pede para retirar o projeto do orçamento porque acha que está caro, eu o dou de graça', afirma o engenheiro civil Gilberto Geron, sócio-proprietário da MSPlan. 'Mas tenho muitos clientes que são construtoras e arquitetos, e esse pessoal não está incluído nesse leque.'

De acordo com José Sauro Neto, é preciso considerar ainda que o tempo que um projeto demanda, seja qual for a técnica escolhida, talvez seja até maior do que o de realização da obra. 'Hoje, no Brasil, gastamos um ano no planejamento e no projeto, e quatro anos construindo', afirma o engenheiro civil Daniel de Luccas, consultor técnico do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos de Cimento (Sinaprocim). Segundo o consultor, deveria ser o inve rso: investir mais tempo no projeto e menos na construção. 'O que está faltando nos últimos dois, três anos é falar, como se deve, sobre o projeto. Aqui não se planeja', diz De Luccas.

Reunimos, com Daniel de Luccas, três representantes de empresas fornecedoras de sistemas de coberturas para traçar um panorama do cenário atual desse segmento. A conversa tratou de novos materiais, das causas de patologias e da necessidade pontual de manutenção, entre outras questões. Veja a seguir.

MARÍLIA MUYLAERT

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