Crédito imobiliário encerra março com nova queda de 9,2%, mostra Abecip | Construção Mercado

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Crédito imobiliário encerra março com nova queda de 9,2%, mostra Abecip

Montante de R$ 4,01 bilhões em empréstimos para aquisição e construção de imóveis, porém, aumentou 36% em relação ao mês anterior

Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb
28/Abril/2017
Divulgação: Prefeitura de Porto Alegre

Os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) cresceram 36% em março na comparação com fevereiro, mas caíram 9,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. O volume de negócios totalizou R$ 4,01 bilhões, de acordo com pesquisa divulgada na última quinta-feira (27) pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).

Já no primeiro trimestre de 2017, os financiamentos imobiliários somaram R$ 10,06 bilhões, ficando 7,8% abaixo do observado nos três primeiros meses de 2016. Nos últimos 12 meses (abril de 2016 a março de 2017), por sua vez,
R$ 45,75 bilhões foram emprestados para a aquisição e construção de imóveis, recuo de 26,7% se comparado ao mesmo período do ano anterior.

No mês de março, 15,5 mil unidades receberam empréstimo com recursos do SBPE, atingindo alta de 26,5% diante ao observado em fevereiro, mas queda de 21,1% em relação a março de 2016. No primeiro trimestre deste ano, esse número foi de 40,9 mil imóveis (-14,4% sobre o mesmo período de 2016) e, nos últimos 12 meses, de 192,79 mil unidades (-31,1% em relação ao mesmo período do ano anterior).

As retiradas nas cadernetas de poupança apresentaram a terceira queda consecutiva em 2017, encerrando o mês de março com volume de R$ 3,54 bilhões.

O primeiro trimestre de 2017 apresentou resultados negativos em relação a captação de poupança dos agentes do SBPE, com montante de R$ 12,7 bilhões, queda menor do que o registrado no mesmo período anterior, de saldo líquido de R$ 21,4 bilhões.

O saldo relacionado a poupança SBPE apresentou perdas menos significativas, onde no primeiro bimestre deste ano foi compensada a saída líquida de recursos pelo crédito de rendimentos. Em março o resultado voltou a exibir queda, mas com desaceleração diante ao analisado nos últimos meses. O saldo das cadernetas fechou o primeiro trimestre de 2017 com R$ 512,4 bilhões, alta de 3,1% no ano.

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