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SindusCon-SP e Sintracon-SP fecham reajuste salarial para trabalhadores paulistas

Acordo é válido para a capital e as cidades de Itapecerica da Serra, Taboão da Serra, Embu, Embu Guaçu, Franco da Rocha, Mairiporã, Caieiras, Juquitiba, Francisco Morato e São Lourenço da Serra

Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb
22/Maio/2017
Shutterstock

Está em vigor desde o dia 1º de maio os novos pisos salariais para o setor da construção para as cidades de São Paulo, Itapecerica da Serra, Taboão da Serra, Embu, Embu Guaçu, Franco da Rocha, Mairiporã, Caieiras, Juquitiba, Francisco Morato e São Lourenço da Serra, no estado de São Paulo. A convenção foi assinada no dia 16 de maio pelos presidentes do Sindicatos da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), José Romeu Ferraz Neto, e do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo (Sintracon-SP), Antônio Ramalho.

Os novos pisos salariais para trabalhadores não qualificados (servente, contínuo, vigia, auxiliares de trabalhadores qualificados e demais trabalhadores cujas funções não demandem formação profissional) é de R$ 1.416,92 por mês, ou R$ 6,44 por hora. para 220 horas mensais. Já para trabalhadores qualificados (pedreiro, armador, carpinteiro, pintor, gesseiro e demais profissionais qualificados não relacionados) o valor é de R$ 1.723,67 por mês, ou R$ 7,83 por hora, para 220 horas mensais.

Os trabalhadores qualificados em obras de montagem de instalações industriais têm como novo piso salarial R$ 2.065,48 por mês, ou R$ 9,39 por hora, para 220 horas mensais. Para os demais trabalhadores com salário mensal de até R$ 6.000, o reajuste será de 3,99% e os que recebem salário mensal a partir de R$ 6.000,01 terão acrescido ao salário o valor fixo de R$ 239,40. As empresas poderão complementar o reajuste livremente de acordo com a sua política salarial.

O valor do tíquete-refeição passou para R$ 20,80 e o do vale-supermercado mensal para R$ 286. A convenção coletiva firmada em 2016 continuará em vigor para exigências como a obrigatoriedade das empresas subcontratadas fornecerem aos funcionários refeições nos mesmos parâmetros das empresas contratantes; a autorização para as empresas criarem regulamentos internos para disciplinar a utilização do telefone celular no horário de trabalho nos canteiros de obras; as obrigações de contratantes e subcontratadas entre si perante o Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci-SP); o banco de horas; o valor das horas extras e a obrigatoriedade do fornecimento de protetor solar e uniforme.

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