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Volume de demissões na construção volta a subir em maio, aponta SindusCon-SP

Retração no estoque de trabalhadores foi de 0,19% no quinto mês do ano, valor maior do que os 0,04% registrados em abril

Gabrielle Vaz, do Portal PINIweb
14/Julho/2017
Shutterstock

Pesquisa do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (SindusCon-SP) e da Fundação Getulio Vargas (FGV) registrou em maio queda de 0,19% nos postos de trabalho na construção civil no Brasil, representando a 32º retração consecutiva no segmento. O volume de demissões de 4.646 trabalhadores foi maior do que o de abril (874 empregados).

Dessa forma, o estoque no setor encerrou maio com cerca de 2,4 milhões de trabalhadores, enquanto em outubro de 2014 (primeiro mês de variação negativa) esse número era de 3,57 milhões. Nos últimos 12 meses, a diminuição foi de 12,07%.

Entre os segmentos, as demissões foram registradas em maio no Imobiliário (-0,8%) e Outros Serviços (-0,62%), enquanto as áreas de Infraestrutura (1,37%) e Preparação de Terreno (0,26%) admitiram trabalhadores. No período de 12 meses, as maiores quedas foram no Imobiliário (-15,52%) e Obras de Acabamento (-12,70%).

Em maio, três regiões brasileiras apresentaram resultados negativos, sendo elas Sudeste (-0,42%), Nordeste (-0,25%) e Sul (-0,08%). As regiões Norte e Centro-Oeste, entretanto, registraram crescimento de 0,69% e 0,61%, respectivamente.

Na análise por estados, os maiores recuos foram em São Paulo (-0,72%) e no Rio de Janeiro (-0,64%) no Sudeste e em Sergipe (-1,49%) e no Pernambuco (-1,06%) no Nordeste. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, os maiores resultados foram em Roraima (3,79), Tocantins (3,27%), Mato Grosso (1,87%) e Goiás (1,34%).

Estado de São Paulo

Em São Paulo, o estoque de trabalhadores em todo o estado encerrou maio com 679.537, uma variação negativa de 0,72% e diminuição de 4.940 postos de emprego. Nos últimos 12 meses foram registradas 83.577 demissões.

A capital paulista registrou as maiores quedas nos segmentos Outros serviços (-1,49%) e Imobiliário (-1,33%), enquanto os segmentos Infraestrutura (0,66%) e Preparação de Terreno (0,13%), apresentaram alta. Nas regiões de São Paulo as altas ficaram em Santo André (0,47%) e Bauru (0,03%). Por outro lado, os resultados negativos foram registrados em Sorocaba (-1,69%) e Presidente Prudente (1,37%).

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